Desemprego entre as mulheres é de 9,6%, diz IBGE; para os homens, é de 6,6%

CUNY Big Apple Job Fair at the Jacob Javitz Center in New York City for all CUNY Students and Alumni on Friday, March 20, 2009.
CUNY Big Apple Job Fair at the Jacob Javitz Center in New York City for all CUNY Students and Alumni on Friday, March 20, 2009.

O desemprego entre as mulheres é maior do que entre os homens. No primeiro trimestre de 2015, a taxa entre as mulheres foi de 9,6%, maior do que a total no período, que foi de 7,9%. Entre os homens, a taxa foi de 6,6%.

Assim, as mulheres são maioria entre as pessoas desempregadas, representando 52,9% dessa população.

Os dados foram divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (7) e fazem parte da a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua).

Elas também são maioria entre as pessoas fora da força de trabalho, representando 65,9%. O IBGE considera pessoas fora da força de trabalho aquelas que não estão empregadas nem desempregadas. Entre elas, por exemplo, estão as que não trabalham e também não procuraram emprego nos 30 dias antes da pesquisa.

Há mais mulheres do que homens com idade para trabalhar

No Brasil, há mais mulheres do que homens com idade para trabalhar, mas eles têm maior participação no mercado, segundo o IBGE.

Os homens representavam 57,3% das pessoas com emprego no primeiro trimestre deste ano, mesmo as mulheres sendo mais da metade (52,3%) da população com idade para trabalhar.

Essa situação foi registrada em todas as regiões do país, sendo que a Norte tem o maior nível de homens com emprego (61,4%).

O IBGE também afirma que esses números não tiveram variação significativa desde o início da pesquisa, que começou a ser feita em 2012.